Desde abril de 2012, o consumidor brasileiro pode gerar sua própria energia através de sistemas fotovoltaicos e jogar o excedente produzido na rede.

 

Esse excedente é transformado em créditos que podem ser reaproveitados posteriormente. Esse modelo impulsionou a adoção da energia solar pois eliminou-se a necessidade do uso de baterias, que são caras e pouco duráveis.

 

 

A boa notícia, é que em novembro de 2015 as regras para esses tipos de sistemas foram aprimoradas pela Aneel, o que tornou ainda mais atrativo o uso da energia solar. Segue algumas das principais mudanças positivas:

 

 

  • Agora o prazo para homologar seu projeto caiu de 82 para 29 dias

  • O custo do relógio passou a ser responsabilidade da distribuidora de energia

  • Os créditos utilizados em uma residência podem ser utilizados em outra

  • Um grupo de pessoas pode se juntar para construir uma pequena usina

 

 

Todas essas mudanças facilitam e incentivam os consumidores a adquirirem sistemas de microgeração distribuída, que se torna cada vez mais acessível. A Aneel estima um forte crescimento deste mercado.

 

Em uma projeção para 2024, as quase 2.000 instalações atuais podem ultrapassar 1,2 milhão de consumidores, com uma capacidade instalada superior a 4.500 megawatts (MW) –o que corresponde ao abastecimento de um Estado como Santa Catarina.

 

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